segunda-feira, 14 de julho de 2008



http://do ótimo Blog: os Amigos do presidente Lula

A FENAJ FALA DA COBERTURA DA FOLHA?

Ótimo texto de Samuel Lima, publicado há 2 anos.Dossiê Vedoin e a eleição30/10/2006 18:39Sobre vilanias e dogmasO debate suscitado por Marcelo Beraba (Folha de S. Paulo, edição 22/10/06, p. A8) e Alberto Dines ("A vilanização da imprensa", comentário radiofônico do OI, de 23/10/06) me levou, por analogia direta, a um trecho final de um livro emblemático: "A imprensa não revela fatos, não toma partido; não é responsável pelos acontecimentos, apenas os registra. Esse dogma jornalístico jamais soou tão irreal como depois do 11 de setembro" (Carlos Dorneles, in "Deus é inocente: a imprensa, não").Acessem o link e leiam tudo.
http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=1375Continue lendo aqui…
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Gilmar Mendes na ótica do jurista Dalmo Dallari, profecia?
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FOLHA DE SÃO PAULO, EM 8 DE MAIO DE 2002SUBSTITUIÇÃO NO STFDegradação do JudiciárioDALMO DE ABREU DALLARINenhum Estado moderno pode ser considerado democrático e civilizado se não tiver um Poder Judiciário independente e imparcial, que tome por parâmetro máximo a Constituição e que tenha condições efetivas para impedir arbitrariedades e corrupção, assegurando, desse modo, os direitos consagrados nos dispositivos constitucionais.Sem o respeito aos direitos e aos órgãos e instituições encarregados de protegê-los, o que resta é a lei do mais forte, do mais atrevido, do mais astucioso, do mais oportunista, do mais demagogo, do mais distanciado da ética.Essas considerações, que apenas reproduzem e sintetizam o que tem sido afirmado e reafirmado por todos os teóricos do Estado democrático de Direito, são necessárias e oportunas em face da notícia de que o presidente da República, com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal, que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica.Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Por isso é necessário chamar a atenção para alguns fatos graves, a fim de que o povo e a imprensa fiquem vigilantes e exijam das autoridades o cumprimento rigoroso e honesto de suas atribuições constitucionais, com a firmeza e transparência indispensáveis num sistema democrático.Segundo vem sendo divulgado por vários órgãos da imprensa, estaria sendo montada uma grande operação para anular o Supremo Tribunal Federal, tornando-o completamente submisso ao atual chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato. Um sinal dessa investida seria a indicação, agora concretizada, do atual advogado-geral da União, Gilmar Mendes, alto funcionário subordinado ao presidente da República, para a próxima vaga na Suprema Corte. Além da estranha afoiteza do presidente -pois a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga-, o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.É oportuno lembrar que o STF dá a última palavra sobre a constitucionalidade das leis e dos atos das autoridades públicas e terá papel fundamental na promoção da responsabilidade do presidente da República pela prática de ilegalidades e corrupção.É importante assinalar que aquele alto funcionário do Executivo especializou-se em "inventar" soluções jurídicas no interesse do governo. Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito.Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, "inventaram" uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.Medidas desse tipo, propostas e adotadas por sugestão do advogado-geral da União, muitas vezes eram claramente inconstitucionais e deram fundamento para a concessão de liminares e decisões de juízes e tribunais, contra atos de autoridades federais.Indignado com essas derrotas judiciais, o dr. Gilmar Mendes fez inúmeros pronunciamentos pela imprensa, agredindo grosseiramente juízes e tribunais, o que culminou com sua afirmação textual de que o sistema judiciário brasileiro é um "manicômio judiciário".Obviamente isso ofendeu gravemente a todos os juízes brasileiros ciosos de sua dignidade, o que ficou claramente expresso em artigo publicado no "Informe", veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (edição 107, dezembro de 2001). Num texto sereno e objetivo, significativamente intitulado "Manicômio Judiciário" e assinado pelo presidente daquele tribunal, observa-se que "não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo".E não faltaram injúrias aos advogados, pois, na opinião do dr. Gilmar Mendes, toda liminar concedida contra ato do governo federal é produto de conluio corrupto entre advogados e juízes, sócios na "indústria de liminares".A par desse desrespeito pelas instituições jurídicas, existe mais um problema ético. Revelou a revista "Época" (22/4/ 02, pág. 40) que a chefia da Advocacia Geral da União, isso é, o dr. Gilmar Mendes, pagou R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público -do qual o mesmo dr. Gilmar Mendes é um dos proprietários- para que seus subordinados lá fizessem cursos. Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na "reputação ilibada", exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo.A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha notoriamente inadequada, contribuindo, com sua omissão, para que a arguição pública do candidato pelo Senado, prevista no artigo 52 da Constituição, seja apenas uma simulação ou "ação entre amigos". É assim que se degradam as instituições e se corrompem os fundamentos da ordem constitucional democrática.Dalmo de Abreu Dallari, 70, advogado, é professor da Faculdade de Direito da USP. Foi secretário de Negócios do município de São Paulo (administração Luiza Erundina).Enviado por:F ALBUQUERQUE
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Segundo a Veja, Paulo Lacerda é da banda podre da PF
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Sentem-se para não cair de tanto rir, leitores.Vejam a pérola publicada na revista Veja
on-line, no domingo:"Banda podre – A infiltração de homens da Abin sem que os superiores de Protógenes fossem informados é resultado direto da influência exercida por Paulo Lacerda – ex-diretor da PF e atual diretor da Abin – numa banda ruim da PF, como revela uma reportagem de VEJA desta semana."A matéria, como não poderia deixar de ser, pede descaradamente o afastamento do delegado Protógenes Queirós.Continue lendo aqui…
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o ERRO da folha
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Pessoal, encaminhem e-mails pra Folha (com nome, RG e endereço, senão eles desconsideram) questionando o enfoque do jornalista e o erro de português para
leitor@uol.com.brombudsman@uol.com.brerramos@uol.com.brVamos ver se eles publicam uma errata ou um mea culpa, se eles receberem centenas de e-mails.AbraçosFOLHA DE SÃO PAULO TENTA DESQUALIFICAR DELEGADO DA OPERAÇÃO SATIAGRAHAA Folha SP neste domingo (13/Julho/2008), dedicou 1/4 da página A9 para achincalhar o trabalho de um delegado honesto da Polícia federal.Através do artigo DELEGADO NARRA LUTA DO BEM CONTRA O MAL", o jornalista Ranier Bragon tenta desqualificar o relatório do delegado Protógenes Queiróz (ele alegou estar sendo ameçado de várias formas criminosas pelo grupo de Daniel Dantas, desde que iniciou as investigações).O jornalista Ranier Bragon afirma no artigo que o delegado escreveu o relatório com "liguagem truncada e português precário". E ainda que o "zelo à grafia de nomes não representou grande preocupação ao delegado", só proque ele digitou um "S" a mais no nome do juiz Fausto Martin(s) de Sanctis. E mais, no parágrafo 11: "embora a narrativa tenha atropelado as regras gramaticais, o delegado Queiróz recorreu (...) a peloS menos quatro citações literárias."PELOS MENOS?O que é isso? Um jornalista do gabarito da Folha,questionando erros de português de um delegado, comete um verdadeiro asassinato à Língua Portuguesa. Não exite PeloS menos.Além do mais, para o trabalho de um delegado, vale menos escrever corretamente o português e vale mais fazer um bom serviço de investigação, com idoneidade, honestidade e eficácia. E erros de português valem muito menos ainda quando se está sendo vítima de perseguição e é necessário urgentemente relatar tudo isso.Mas um jornalista TEM a obrigação de escrever corretamente. Ou que pelo menos, se não sabe escrever bem a língua que deveria dominar, que tenha um revisor decente.É imperdoável em um artigo preconceituoso como este, em que se eleva a correção gramatical à primeira grandeza, ver tal erro. O mínimo esperado seria que o próprio crítico cuidasse dos próprios erros. Não cuida!Para a Folha não importa se o delegado faz bem seu serviço.O que importa é a quem este serviço importuna.Parece que Daniel Dantas tem MESMO muitos amigos.Quero ver se esta minha carta vai ser publicada pelo jornal.Continue lendo aqui…
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PF investiga lobby de Daniel Dantas no congresso
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A Polícia Federal investiga o interesse do grupo Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, em um programa do governo federal que concede isenção de impostos a equipamentos do setor portuário, o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). Em escutas telefônicas realizadas no inquérito da Operação Satiagraha, os investigadores interceptaram conversas sobre a Medida Provisória nº 412/2007, que prorrogou o Reporto até 2011. Pessoas ligadas a Dantas tratam a matéria como “o âmago do nosso negócio hoje”.A PF investigava possíveis crimes financeiros cometidos por empresas de Dantas. A conversa grampeada chamou a atenção dos policiais para o grande interesse do banqueiro na área de portos. A partir daí, os investigadores passaram a apurar a atuação do dono do Opportunity nessa área em busca de eventuais irregularidades cometidas também no setor. Eles analisam o resultado das buscas e apreensões realizadas na semana passada atrás de informações que possam detalhar os negócios portuários do banqueiro.Um dos diálogos vigiados é de Arthur Joaquim de Carvalho, cunhado de Dantas e funcionário do grupo Opportunity. Ele se mostra muito preocupado com a votação da MP no Senado e reclama a Guilherme Sodré — apontado pela polícia como lobista dos interesses do banqueiro — da atuação do senador Heráclito Fortes (DEM-PI). O senador, em razão de embates políticos na Casa, estaria colocando em risco a aprovação da matéria. “Rapaz (Guilherme), mas não pode cara, eles estão metendo pau no nosso negócio”, afirma.Carvalho falou com Sodré às 22h16 de 27 de maio, véspera da votação da MP 412 no Senado. No fim, um acordo entre governo e oposição permitiu a aprovação, prorrogando o Reporto até o final de 2011. O programa isenta vendas de máquinas, equipamentos e outros bens, no mercado interno ou externo, do pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do PIS/PASEP. A renúncia de receitas resultante do Reporto corresponderá a R$ 150 milhões por ano.Um dos principais negócios do Opportunity é a participação no capital da Santos Brasil, operadora do maior terminal de contêineres da América do Sul, no porto de Santos (SP). O fundo, do qual Daniel Dantas é gestor, tem 32,78% da Santos Brasil Participações, dona da Santos Brasil. Entre as pessoas presas na semana passada, estão três conselheiros da empresa, incluindo o presidente do Conselho de Administração, Arthur Carvalho, flagrado nas escutas da PF. Além dele, foram presos outros dois membros do conselho: Maria Amália Coutrim e Verônica Dantas, alvos da Satiagraha.Verônica é irmã de Dantas e, segundo relatórios de inteligência da PF, ela seria “sócia de inúmeras (mais de 150) empresas do grupo, além de fazer parte do conselho deliberativo e diretoria de diversas empresas do grupo, assim como sócia de empresas gestoras dos fundos Opportunity”. Maria Amália é apontada como uma das “testas-de-ferro” do grupo empresarial e faria gestões no interesse do banqueiro, ou seja, uma das partícipes nos indícios de gestão fraudulenta das empresas. A exemplo de Dantas, as duas foram liberadas da cadeia por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).Citado no diálogo entre Arthur e Sodré, que chega a dizer ao interlocutor que iria procurá-lo para discutir a votação da MP, o senador Heráclito Fortes disse ontem ao jornal Correio Braziliense que Sodré é seu amigo, de freqüentar a casa do parlamentar, mas negou qualquer envolvimento nas supostas irregularidades atribuídas ao grupo Opportunity. “Nunca autorizei terceiros a falar em meu nome. Isso é fantasia”, afirmou. Em partes do relatório, funcionário do banco tratacom lobista de tramitação da medida provisória
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A imprensa "comia na mão se farto fosse o grão". ...
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A reação da cidadania* Os fatos estão devidamente expostos, "mastigadinhos", como dizem os brasileiros. Cabe aos cidadãos de bem, especialmente aos jornalistas que escaparam da sedução criminosa, reagir e reinstaurar o paradigma da ética nas relações triangulares entre governo, mídia e sociedade.O JIBRA, esteja onde estiver, continuará trabalhando para levar a informação exclusiva, nua e crua ao povo do Brasil.* Jibra - April, 2006 - Kinsale, Ireland.
Por Chico Nader, Morgana White e Alberto SalvadorJIBRA (Jornalistas Independentes do Brasil), com sede oficial em Londres (UK)
Mídia Independente ou aqui no blogDados obtidos sem conhecimento do governo federal, a partir de esforços reportagem de ex-integrantes do Prime Suspectz, hoje voluntários do JIBRA.*O sistema criado pelo PSDB e pelo PFL para a compra de jornalistas é antigo. Seu idealizador foi o falecido ministro Sérgio Motta, o Serjão, responsável por enorme série de falcatruas no reinado de Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, a imprensa "comia na mão se farto fosse o grão".* Como ganhar dinheiro fácil* Para alguns desses jornalistas e formadores de opinião, o ofício sempre foi uma prática de comércio apartada de valores morais ou de condutas éticas. É o caso do "empoado" Augusto Nunes, do Jornal do Brasil, e de Eurípedes Alcântara, da revista Veja.• O jogo das contas bancárias milagrosas* Ricardo Noblat, Fernando Rodrigues, Claudio Humberto, Augusto Nunes, Merval Pereira, Otavio Cabral, Lucia Hipolito, Luciano Dias, Lilian Witte Fibe, Mauro Calliari, Eurípedes Alcântara, Mario Sabino, André Petry, Diogo Mainardi, entre outros, não citados porque se beneficiam de nossas incertezas, figuram entre os alegres ganhadores da loteria do golpe. Cabe aos bons jornalistas, descobrir quem os tem premiado.* Para facilitar o trabalho, apresentamos alguns dados fundamentais: R$ 76mil entre 10/2005 e 03/2006; R$ 234 mil entre 07/2005 e 03/2006; R$ 450 milentre 08/2005 e 03/2006; R$ 34 mil entre 07/2005 e 03/2006; R$ 906 mil entre06/2005 e 03/2006; R$ 54 mil (em 10 parcelas) entre 05/2006 e 02/2006; R$111 mil entre 08/2005 e 03/2006; R$ 432 mil entre 10/2005 e 03/2006; R$ 454mil entre 10/2005 e 03/2006; R$ 32 mil entre 08/2005 e 03/2006; R$ 321 milem 12/2005; R$ 98 mil entre 07/2005 e 03/2006; R$ 132 mil entre 10/2005 e03/2006; R$ 42 mil entre 10/2005 e 03/2006.Interessante é que idêntico sistema de compra seletiva de jornalistas e comunicadores tem sido registrado na Venezuela, no Paraguai e, mais recentemente, no Peru. A comparação nas metodologias nos permite deduzir que há uma inteligência operativa internacional por trás dos projetos de desestabilização de governos. Enviado por nosso leitor Padre Alberto
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Gimar Mendes, amigo dos fora da lei
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Muito antes dos dois pedidos de prisão e dos subseqüentes habeas corpus libertando o banqueiro Daniel Dantas, tanto o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, quanto o juiz federal Fausto Martin De Sanctis protagonizaram episódios polêmicos no meio jurídico.Mendes entrou na vida pública no governo Fernando Collor (1990-1992), mas foi nos dois mandatos de Fernando Henrique (1995-2002) que ganhou destaque. Atuou como subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência e advogado-geral da União. À época, chegou a ser atacado por sua defesa às privatizações, em especial a do Banespa.No STF, onde chegou indicado por FHC, Mendes criou fama por desconstruir acusações e prisões com origem em operações da Polícia Federal ou no Ministério Público Federal. Mandou soltar 13 acusados da Operação Navalha em um único final de semana, liberou presos da Operação Hurricane e frustrou, com semelhantes canetadas polêmicas, prisões da Operação Anaconda.Contrariando juízes e procuradores, disse que soltaria réus sempre que a PF e o Ministério Público Federal fossem "incompetentes". Chegou a criticar Tribunais Regionais Federais e o Superior Tribunal de Justiça por manter denúncias "ineptas e aventureiras".O presidente do STF também brigou com colegas de corte. Em 2007, protagonizou uma discussão acalorada em plenário com o colega Joaquim Barbosa. Barbosa disse que Mendes tentava dar um "jeitinho" para mudar o resultado de um julgamento. Mendes retrucou que o colega não tinha "condições" de "dar lição de moral".
Já a fama do juiz federal Fausto Martin De Sanctis teve um embate com outro ministro do STF, Celso de Mello, num processo contra o russo Boris Berezovski, acusado de ser o investidor oculto da empresa MSI no Corinthians. Os investimentos, diz a denúncia, foram feitos com dinheiro ilegal.Sanctis havia acatado uma denúncia feita contra empresários brasileiros e estrangeiros, entre eles Berezovski. No ano passado, decretou sua prisão -apesar de o russo morar no Reino Unido. Ao julgar um pedido de habeas corpus dos advogados do investidor, o ministro do STF Celso de Mello determinou que as investigações fossem suspensas.Sanctis não teria suspendido o braço internacional da investigação. O fato chegou a irritar o ministro, que teria ratificado a decisão para a primeira instância, "repreendendo" o juiz.Sanctis é especializado em julgar crimes financeiros e de lavagem. Antes de mandar prender Dantas, condenou o doleiro Toninho da Barcelona e distribuiu a museus obras de arte do banqueiro Edemar Cid Ferreira, do Banco Santos.
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O "pobre caseiro" FHC no Opportunity
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O iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) é cliente do banco Opportunity.Somente ser cliente não é crime, mas não deixa de ser estranho, uma vez que o Opportunity não é um banco de varejo e sim para grandes investidores. Isso chamaria atenção de qualquer bom investigador, e não passou desapercebido na PF.A revista Época (editora Globo) publicou estas informações que só podem ter sido vazadas por advogados da defesa de Dantas, inclusive porque o vazamento se deu depois que tais advogados tiveram acesso. O objetivo é:1) criar a figura de uma vítima de quebra de sigilo nas investigações, no melhor estilo "pobre caseiro".2) Ao colocar FHC como vítima desejam estancar futuras investigações contra ele. Mas se querem esconder, é um indício de que deve haver muito mais coisas do que apareceu até agora.3) A defesa de Dantas recorre à tese de que sofre perseguição política.A revista publicou que entre os e-mails interceptados com autorização judicial, encontraram um com as características:Data: 2 de maio de 2008Do: Banco OpportunityPara: Adriana... com cópia para outro e-mail do iFHC.Assunto: "Extrato - Instituto Fernando Henrique Cardoso".No anexo da mensagem: "Nesta mensagem tratam de um saldo que o Instituto Fernando Henrique Cardoso possui no Banco Opportunity. Em 31/03/2008, e no mês de abril ocorreu um resgate".Os agentes da PF explicam porque incluíram essa mensagem nos relatórios enviados à Justiça:"Foi dado destaque a esta mensagem devido ao fato de existirem indícios de que o GRUPO OPPORTUNITY possui fortes ligações com membros do GOVERNO, atuando de diversas formas com os mesmos, assim, este fato pode vir a subsidiar novos fatos relacionados a essa figura política".Ou seja, o objetivo é investigar caso surgissem novos fatos, e o processo corre em segredo de justiça, até por haver nomes de cotistas e outras informações protegidas pelo sigilo bancário.O vazamento claramente é para tumultuar o processo, reforçar tese de perseguição política, pedir invalidação de provas, restringir novas investigações, e jogar a culpa pelo vazamento na PF. E, com isso, pedir o afastamento dos agentes envolvidos na investigação.
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Consenso de Washington ... no uso de algemas
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Os demo-tucanos (incluindo os do PIG e do Judiciário), tão neoliberais, do consenso de Washington, tão defensores da liberdade e da democracia nos padrões estadunidenses, deveriam mirar-se no exemplo do FBI.Executivos do Banco Bear Stearns, são presos por fraude nos EUA, no recente caso das subprimes.Todos com uso de ALGEMAS, e algemados pelas costas, sem aquela proteção de paletó ou envelope.Um deles ainda, tem a cabeça enfiada no carro de polícia, para evitar cabeçadas que possam ser confundidas com agressão policial.Essa estorinha de espetacularização das operações da PF... exposição à execração pública... preservação da imagem... é tudo conversa de quem esconde culpa. Quem não deve, não teme.Feio é roubar. As algemas são mera consequência.
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Domingo, 13 de Julho de 2008

FOLHA DE SÃO PAULO TENTA DESQUALIFICAR DELEGADO DA OPERAÇÃO SATIAGRAHA
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A Folha SP neste domingo (13/Julho/2008), dedicou 1/4 da página A9 para achincalhar o trabalho de um delegado honesto da Polícia federal.Através do artigo DELEGADO NARRA LUTA DO BEM CONTRA O MAL", o jornalista (sic) Ranier Bragon tenta desqualificar o relatório do delegado de Protógenes Queiróz. Ele o escreveu por estar sendo ameçado de várias formas criminosas pelo grupo de Daniel Dantas, desde que iniciou as investigações que culminaram na prisão de mais de 20 pessoas.O jornalista (sic) Ranier Bragon escreveu que o delegado escreveu o relatório com "liguagem truncada e português precário". E ainda que o "zelo à grafia de nomes não representou grande preocupação ao delegado", só proque ele digitou um "S" a mais no nome do juiz Fausto Martin(s) de Sanctis. E mais, no parágrafo 11: "embora a narrativa tenha atropelado as regras gramaticais, o delegado Queiróz recorreu (...) a peloS menos quatro citações literárias." PELOS MENOS?O que é isso? Um jornalista do gabarito da Folha,questionando erros de português de um delegado, comete um verdadeiro asassinato à Língua Portuguesa. Não exite PeloS menos.Além do mais, um delegado não tem obrigação de escrever corretamente o português (muito menos quando está sendo vítima de perseguição e precisa urgentemente relatar tudo), mas um jornalista TEM. Ou que pelo menos, se não sabe escrever bem a língua que deveria dominar, que tenha um revisor decente.É imperdoável em um artigo preconceituoso como este, em que se eleva a correção gramatical à primeira grandeza, ver tal erro. O mínimo esperado seria que o próprio crítico cuidasse dos próprios erros. Não cuida!Para a Folha não importa se o delegado faz bem seu serviço.O que importa é a quem este serviço importuna.Parece que Daniel Dantas tem MESMO muitos amigos.Quero ver se esta minha carta vai ser publicada pelo jornal.
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Nahas inclui José Serra na quadrilha em golpe de R$ 80 milhões
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O PIG esconde, a gente mostra:Escutas feitas pela PF que constam da íntegra da decisão do juiz Fausto de Sanctis, flagraram Naji Nahas dizendo nas gravações:"... que a privatização [da CESP] fôra informada a ele pelo próprio Serra" [governador de São Paulo, José Serra].Foi em 5 de novembro de 2007, quando Nahas falava com um doleiro que a Cesp seria privatizada e monta operação para ganhar R$ 80 milhões, segundo a PF.Isso é "inside information", termo em inglês usado no mercado financeiro para definir informações sigilosas sobre empresas e instituições com ações negociadas nas Bolsas de Valores.Quem obtém essas informações privilegiadas pode obter lucros ao manipulá-las. A prática é criminosa e há penas severas previstas em lei.O crime independe da privatização da CESP em si. Basta que especuladores como Nahas e Dantas comprem ações antes da divulgação das informações (que só eles sabem), aguardem a divulgação, o quê provoca alta nas ações quando as notícias são divulgadas, e vendam em seguida.Fonte: Jornal
Valor Econômico (com a dica do leitor Stanley)Continue lendo aqui…
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PIG pego por CORRUPÇÃO pede: esqueçam o que escrevi!
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Agora que o PIG aparece com incontestáveis indícios de CORRUPÇÃO PASSIVA, recebendo suborno de organizações criminosas, pede que "pau que bate em Chico, NÃO bata em Francisco".Revista Veja, Folha de São Paulo, UOL e outros, em retumbantes colunas, capas, manchetes e editorais sempre pediram nos últimos anos que suspeitos ligados ao governo Lula deveriam ser afastados durante investigações (muitas vezes apenas com base em meras notícias da própria imprensa). Execravam imagens e reputações.Agora que viraram vidraça, repetem FHC e pedem que esqueçam tudo o que escreveram.Em vez de afastar seus jornalistas suspeitos de integrarem a ORCRIM (organização criminosa) até que "provem sua inocência", colocam os próprios suspeitos para escreverem matérias (muitas sem assinar) tentando desconstruir o trabalho da PF e do delegado De Sanctis.Qual o limite da sem-vergonhice do PIG? Lugar de peça de defesa de criminosos é nos tribunais, não imprensa.Os jornais e revistas supostos integrantes da ORCRIM, agora alegam falta de provas... blá... blá... blá... Usam o argumento que dispensavam no passado.Ora, as gravações dão robustos e incontestáveis INDÍCIOS. As provas definitivas virão no curso das investigações: deve-se agora investigar as movimentações financeiras dos indiciados, os depoimentos, a documentação apreendida, etc.Cabe à imprensa fazer o que sempre fizeram: suspeita é notícia, indícios sobre gente famosa é notícia de interesse público.NADA A DECLARAR? "JORNALISTAS" SÓ FALARÃO EM JUÍZO?Sequer entrevistam seus próprios jornalistas sob suspeição de receber proprina de Daniel Dantas, para que expliquem suas versões, em vez de recorrer ao surrado "falta de provas".O silêncio, neste caso, revela o medo de dizerem coisas hoje, que sejam desmentidas em alguma gravação ainda não divulgada. E medo de produzirem provas contra si mesmos.É coisa de gente que tem o que esconder, que tem culpa no cartório.Com esse comportamento, os chefes e patrões dos supostos (?) meliantes, confirmam a suspeita de estarem dentro do esquema de CORRUPÇÃO também.
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Domingo, Julho 13, 2008
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Onde está uma comissão de ética no STF?
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Além da recomendável investigações pelo PGR sobre atividades indevidas no STF, quem julga a falta de ética de um Ministro do STF?Os jornais andaram fazendo estardalhaço contra a ministra Dilma Roussef, sobre algum encontro não registrado na agenda oficial.Pois o Ministro Gilmar Mendes simplesmente não publica sua agenda oficial na internet.A imagem da tela abaixo mostra a posição em 13 de julho - a última anotação é de 01 de julho. Os demais ministros estão de férias em julho.
Clique aqui para conferir a página onde deveria estar informada a agenda.Já ouvi dizer que não é ético um juiz conversar com as partes sobre casos que julga antes de julgar.No entanto a imprensa divulgou que Gilmar Mendes achou "normal" o encontro entre assessores seus e advogados de Daniel Dantas.A justiça deve ser igual para todos.Juízes devem atender à petições ou audiências oficiais, e não promoverem audiências informais com a defesa de réus.A presteza no atendimento aos advogados de defesa dos réus, em regime de plantão, também levanta suspeitas de privilégios em desacordo com a ética de um juiz.Caberia à uma comissão de ética avaliar o caso, e no mínimo, advertir para que tais práticas não sejam mais consideradas "normais".Continue lendo aqui…
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Por: Zé Augusto .
Domingo, Julho 13, 2008
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Jornalismo alugado.Relatório da Operação Satiagraha afirma que grupo de Daniel Dantas manipulam a mídia
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Antes que você leia essa matéria, eu sugiro que você
leia essa matéria publicada aqui no blog em 18 de Abril de 2006. Depois de ler, continue lendo essa:- O relatório final da Operação Satiagraha, assinado pelo delegado da Polícia Federal Protógenes Pinheiro de Queiroz, diz que os grupos criminosos do banqueiro Daniel Valente Dantas e do investidor Naji Robert Nahas manipulam a mídia e compram jornalistas.O relatório diz também que Roberto D'Ávila, da "TVE Brasil", recebeu R$ 50 mil em 2007 de Nahas. O documento se refere à jornalista da Folha Andréa Michael como "integrante da organização criminosa", "travestida de correspondente da jornal Folha de São Paulo na cidade de Brasília". Andréa Michael foi autora de reportagem, em abril, que antecipou, com exclusividade, a operação da PF. O delegado registrou isso no relatório. Pediu também a prisão temporária de Michael e busca e apreensão em sua casa, ambos negados pelo juiz.O delegado escreve ainda que as revistas "IstoÉ Dinheiro" e "Veja" estão "a serviço do grupo de Dantas." Cita os colunistas Diogo Mainardi e Lauro Jardim. Este teria feito uma reportagem --"Rumo à Supertele"-- considerada "favorável" a investigados. Procurado pela Folha, Mainardi comentou: 'É uma citação bisonha, uma patetice que infelizmente pode colaborar para que quadrilheiros escapem".O delegado citou ainda Leonardo Attuch, editor da "IstoÉ Dinheiro" e colunista da "IstoÉ", que teria feito "artigos jornalísticos 'encomendados'". Attuch disse, por e-mail: "É mais uma tentativa de intimidação. Como jornalista, tenho direito de entrevistar o presidente ou um presidiário, sem preconceito. Sou alvo de leviandades da PF desde 2004".Queiroz diz que jornalistas falam "quase diariamente" com Nahas com a intenção de "reunir-se com o maior número de formadores de opinião para 'dar a sua versão da história'". O investidor contatou com Vera Brandimarte, do "Valor Econômico", Paulo Andreoli, Thomas Traumann, da "Época", Elvira Lobato e Guilherme Barros (chamado de "Bastos"), da Folha, e João Saad, da "TV Bandeirantes".
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Por: Helena™ .
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Gilmar Mendes pode sofrer representação na esfera do Ministério Público por suposto crime de responsabilidade
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O confronto entre o ministro Gilmar Mendes e o juiz federal Fausto Martin De Sanctis no caso Daniel Dantas pode evoluir para um conflito institucional e é certo que haverá iniciativas na esfera do Ministério Público Federal, prevendo-se representação criminal por suposto crime de responsabilidade de Mendes. Podem ser apenas sinais do calor da hora, mas dificilmente o episódio tenderá para uma acomodação, pelo fato de a queda de braço ter causado um mal-estar como há muito não se via.O presidente da Academia Paulista de Direito Criminal, Romualdo Sanches Calvo Filho, afirma que o episódio deixou "a população e o mundo jurídico perplexos". São conhecidas as divergências entre Mendes, MPF, Polícia Federal e juízes de primeira instância. A capacidade de o presidente do STF decidir contra o clamor público e sem se preocupar com opositores é admirada por magistrados e criminalistas. Ao criticar, por exemplo, a pirotecnia da PF, Mendes também condena a atuação de juízes que determinam interceptações telefônicas prolongadas e prisões que considera desnecessárias.Agravou nesse episódio o fato do magistrado haver "atropelado" instâncias recursais, reforçando o sentimento de que medidas tomadas por juízes de primeira instância podem ser facilmente derrubadas nas Cortes Superiores. Esse fato pode ter estimulado a adesão de juízes federais ao assinarem o manifesto da magistratura. A questão é polêmica, mas os que se opõem ao ministro concordam com a avaliação do advogado Walter Ceneviva, que, em artigo na Folha, considerou que "há bons motivos processuais para sustentar que ainda não havia chegado a hora de a mais alta corte do país se manifestar".O juiz aposentado Wálter Maierovitch chega a sugerir que não está descartada a idéia de pedido de "impeachment" do presidente do STF.Os procuradores da República articularam-se em apoio a De Sanctis antes dos magistrados. A iniciativa dos juízes, por sua vez, antecedeu a solidariedade prestada pelas entidades da magistratura. Incomodou aos procuradores, por exemplo, o fato de Mendes afirmar que "não é a primeira vez que o juiz federal titular da 6ª Vara Criminal da Subseção Judiciária de São Paulo, Fausto Martin De Sanctis, insurge-se contra decisão emanada desta Corte".O procurador da República Celso Três diz que não é a primeira vez que o presidente do STF decide pelo habeas corpus, atropelando outras instâncias.O manifesto da magistratura federal da Terceira Região, formalizando "indignação" e "discordância" com a determinação de Mendes de encaminhar cópias de sua decisão no caso Dantas para o Conselho Nacional de Justiça, ao Conselho da Justiça Federal e à Corregedoria Geral da Justiça Federal da Terceira Região, vai além da solidariedade ao juiz e deverá reavivar o debate sobre as formas de escolha de membros do STF
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Por: Helena™ .
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Sábado, 12 de Julho de 2008

Relatório da PF desnuda CORRUPÇÃO dentro da revista Veja
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Depois do relatório da PF produzido pelo delegado Portógenes Queiros (ver nota abaixo), a revista Veja deveria usar o slogam:CORRUPÇÃO: Não basta PROTEGER, tem que PARTICIPAR!Em tempo: A revista está cambaleando... A edição on-line desta semana foi retida por muitas horas, e só publicada com muito atraso. A edição impressa também chegou às bancas com muito atraso.
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Por: Zé Augusto .
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Relatório da PF cita Diogo Mainardi e Veja, como colaboradores da organização criminosa
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O relatório do delegado Protógenes Queiroz, que levou ao pedido de prisão de Daniel Dantas, tem um capítulo inteiro sobre o papel da mídia no processo investigatório.Entre outras coisas diz:... recente artigo publicado no dia 12.04.2008, edição 2054, da própria revista Veja, elaborado por um dos jornalistas colaboradores dessa organização criminosa, Diogo Mainardi, sob o título“Entendeu, Tabatha”.“Eles retomaram algumas das práticas mais antigas e mais imundas do jornalismo, como a chantagem, a mentira, a propaganda do poder e a matéria paga".Ao lembrar essa assertiva ele talvez tenha revelado e audaciosamente expressado a vertente resumida de como funcionava a mídia para o grupo Opportunity, comandado por Daniel Valente Dantas, o que reforça e confirma todo o material coletado através de interceptações de dados telefônicos e telemáticos.Em uma avaliação bem literal das condutas e comportamentos de alguns jornalistas que hoje estão no bojo do trabalhos coletados, é de se considerar como participantes da organização criminosa liderada por Daniel Valente Dantas especialmente aqueles que têm indícios de remuneração direta ou indireta de recursos originados do referido investigado ou de seus colaboradores.No relatório de análises constou no dia 13/01/2007 que o investigado Daniel Dantas mantém diálogos com Verônica Dantas e Danielle Silbergleid afirmando textualmente da necessidade de utilizar a conexão direta entre ele e a imprensa como instrumento para plantar informações a fim de confundir a opinião de autoridades públicas nacionais e internacionais na disputa do grupo Opportunity, Citigroup, Telecom Italia pelo controle da BrT....E aqui vai a indagação: a mídia é um veículo independente comprometido com a verdade imparcial. Certo? Errado. O que estamos assistindo, o desmascaramento por meio do Judiciário Federal com a atenção auspiciosa do Ministério Público Federal é repugante !!! sob o ponto de vista ético e moral do papel da imprensa.E aqui reproduzimos ipsis literis a mensagem interceptada de conteúdo sem o mínimo escrúpulo que possa nortear regras de boa conduta e convivência social.Assunto: PendênciasDe; Cristina Caetano 18/02/2008Para Alberto PaviPavi,Obrigado. Outro dia retomaremos a conversa com Moreira Alves. Nosso prazo para entrar com a campanha difamatória é no começo de março. E se não formos fazer com ele temos que achar outra pessoa. Nós preferimos que você redigisse. Achamos que nesse caso tem muitos fatos, seria melhor ser redigido por um civilista do que por um criminalista. Vamos focar nisso?Beijos
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Associação dos delegados da PF repudia Gilmar Mendes
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A ADPF, juntou-se à
AMB, aos 42 Procuradores da República, aos 121 Juízes Federais e também fez dura nota de repúdio à Gilmar Mendes. Segue a íntegra:Nota da ADPF sobre a recente decisão do ministro Gilmar MendesA Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) manifesta sua indignação quanto à nova decisão do ministro Gilmar Mendes que determinou a soltura do Senhor Daniel Valente Dantas, em desacordo com a jurisprudência dominante, que autoriza a prisão preventiva no caso de prejuízo à instrução criminal, e com supressão de instâncias do Poder Judiciário.Referida decisão desprezou o esforço desenvolvido pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal, bem como a criteriosa análise da legalidade e adequação realizadas pelo Juízo de primeira instância, quando da determinação da prisão preventiva do Senhor Daniel Valente Dantas.Refutamos, com veemência, que o foco principal da exitosa operação desencadeada pelos órgãos já mencionados, seja desviado para o uso de algemas quando da efetivação das prisões, imputando-se à Polícia Federal o vazamento de informações e pseudo-monitoramentos irregulares que não se confirmaram e cuja apuração nunca foi requisitada pelas autoridades hipoteticamente vitimadas.É inadmissível que à Polícia Federal, responsável por trabalhos conjuntos com o Ministério Público e o Poder Judiciário, norteados para a desejada e tempestiva mudança de um sistema historicamente focado à prisão de criminosos desassistidos, seja atribuída a pecha de “canalhas” e “gângsters”.A contrário senso, investigados pelo desvio de bilhões de reais dos cofres públicos, inclusive com a tentativa de suborno de Delegado de Polícia Federal, são tratados com beneplácito.Assessoria de imprensaCamila JunglesContinue lendo aqui…
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Associação dos Magistrados Brasileiros repudia Gilmar Mendes
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A AMB também emitiu
nota de repúdio à Gilmar Mendes neste sábado. Segue a íntegra:Nota públicaA Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) vem a público manifestar que considera inaceitável que um magistrado, seja ele federal, estadual, militar ou trabalhista, sofra qualquer tipo de intimidação, constrangimento ou tentativa de investigação em virtude do livre exercício das funções judicantes.Logo, a decisão do juiz Fausto De Sanctis, que, encontrando nos autos elementos suficientes para tanto, decretou a prisão preventiva do Sr. Daniel Dantas, não pode ser alvo de qualquer tipo de censura ou represália, a não ser dentro do processo e pelos recursos cabíveis.A independência do magistrado constitui pedra fundamental do estado democrático de direito e garantia indissociável do exercício da atividade jurisdicional, merecendo repulsa veemente toda tentativa de menosprezá-la ou diminuí-la.Mozart Valadares PiresPresidente da AMBContinue lendo aqui…
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PF acusa Dantas de espionar juízes
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O sócio fundador do banco Opportunity, Daniel Dantas, é acusado pela Polícia Federal de ter contratado um coronel do Exército israelense para espionar juízes federais da primeira instância de São Paulo. Um dos alvos seria o juiz Fausto Martin De Sanctis, o mesmo que decretou por duas vezes a prisão do banqueiro e teve as decisões derrubada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.O juiz foi alertado pelos policiais que preparavam a Operação Satiagraha. O advogado Nélio Machado, que defende o banqueiro, negou a iniciativa e disse que a acusação é fruto da cabeça dos desafetos de Dantas. O que sustenta a suspeita dos delegados federais é uma conversa telefônica entre um funcionário do Grupo Opportunity e a diretora jurídica do grupo, Danielle Silbergleid Ninnio. O diálogo ocorreu em 25 de maio, às 10h59, um mês depois de Dantas tomar conhecimento de que a PF preparava uma operação.Outra prova usada pela PF é um e-mail em que duas funcionárias do Opportunity, no Rio, trocaram no dia 6 de junho sobre uma reunião com Shemeh. A contratação do coronel faria parte do esforço do banqueiro e dos outros supostos integrantes da quadrilha de tentar neutralizar o procedimento sigiloso que apurava as atividades do Banco Opportunity. Segundo o delegado Protógenes Queiroz, que comanda a Operação Satiagraha, o grupo teria usado advogados com "estreita amizade com magistrados federais para angariar informações privilegiadas". Por causa do "insucesso dessa articulação", a PF passou a suspeitar que o banqueiro tenha procurado Shemeh para executar a tarefa de descobrir o que havia contra ele na Justiça Federal.
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Por: Helena™ .
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Seja Mil vezes Bem-Vindo
// -->
= 6)){
document.write("Os Amigos do Presidente Lula Desejam a Você Bom Dia !") // Aqui é o que aparece entre 06:00 e 12:00 hs.
}
if((today.getHours() >= 12) && (today.getHours() Os Amigos do Presidente Lula Desejam a Você Boa Tarde !") // Aqui é o que aparece entre 12:00 e 18:00 hs.
}
if((today.getHours() >= 18) && (today.getHours() Os Amigos do Presidente Lula Desejam a Você Boa Noite !") // Aqui é o que aparece entre 18:00 e 24:00 hs.
}
if((today.getHours() >= 0) && (today.getHours() Os Amigos do Presidente Lula Desejam a Você Bons Sonhos.") // Aqui é o que aparece entre 24:00 e 04:00 hs.
}
if((today.getHours() >= 4) && (today.getHours() Os Amigos do Presidente Lula Desejam a Você Boa Madrugada Vai pra cama.") // Aqui é o que aparece entre 04:00 e 06:00 hs.
}
//Um detalhe, quando for entre seis e sete da manhã, vai aparecer(conforme o ex. acima):
//Bom dia! Está cedo! , aparece os dois, OK?
// Aqui abaixo fica a hora e a data, você pode mudar a font, tirar o negrito, centralizar, etc...
document.write("São ",today.getHours(),":",pad,today.getMinutes(),"")
document.write("Dia ", today.getDate(),".",today.getMonth()+1,".",today.getYear(),"");
// finalizar
// -->
Os Amigos do Presidente Lula Desejam a Você Boa Tarde !
São 12:22
Dia 14.7.2008
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Esse é o cara
Juiz Fausto Martin De Sanctis.Juiz Federal Titular da 6ª Vara Federal Criminal especializada em crimes financeiros e em lavagem de valores.

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quarta-feira, 9 de julho de 2008

a Casa (dos Tucanos) caiu de novo !!!!!

do impagável: http://os Amigos do Presidente

PF diz:Jornalista da Folha passou dados sigilosos para advogados de Daniel Dantas

Antes de ler essa notícia da Folha, leia este post aqui. E olha que quando eu escrevi não havia lido essa notícia:...Jornalista da Folha antecipou operação da PF em texto de abril; para delegado, ela passou informação sigilosa a advogado de DantasA Justiça Federal rejeitou ontem um pedido de prisão e de busca e apreensão na casa da jornalista da Folha Andréa Michael. Os mandados foram pedidos pelo delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que acusou a jornalista de ter passado dados sigilosos para advogados de Daniel Dantas, que está sob investigação. (mais)Em 26 de abril, a Folha publicou reportagem de autoria de Michael intitulada "Dantas é alvo de outra investigação da PF". O texto descrevia detalhes da apuração e antecipava a operação que foi deflagrada ontem pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal."A Folha diz que o repórter apurou fatos de notório interesse público relatados em texto publicado pela Folha em abril passado, no qual se noticiava que a Polícia Federal preparava a operação desencadeada hoje."Ontem, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, disse ao jornal que o pedido de prisão contra a repórter pela Polícia Federal "faz inveja ao regime soviético"Segundo o delegado, Michael forneceu a advogados de Dantas o número do procedimento investigatório sigiloso do caso. Com esse dado, disse ele, a defesa do empresário buscou na Justiça Federal ter acesso ao teor do inquérito. "Foi um vazamento criminoso", afirmou.O juiz federal Fausto Martin de Sanctis não aceitou a prisão nem a busca na casa da repórter. "Entendo não ser adequado o pedido de prisão temporária, bem como de busca e apreensão em seu domicílio."De Sanctis, porém, afirmou que "há que se deixar assentado que não se pretende coarctar [coagir] a legítima publicação jornalística, mas a ética profissional exige que informações policiais sigilosas que possam comprometer o resultado de práticas estatais legítimas, ainda que levianamente repassadas a setores da mídia, devem ser mantidas sob reserva".Antes de o pedido da PF ser rejeitado pelo juiz, o procurador da República Rodrigo de Grandis, também responsável pela operação, não endossou a prisão, mas reafirmou a busca e apreensão. "Nosso objetivo não era a jornalista, mas saber quem a informou sobre dados sigilosos, pois isso é crime e atrapalhou a investigação."O Ministério Público baseou seu pedido no artigo 10 da lei nº 9.296, de 1996, que diz que "constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas de informática ou telemática, ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei".
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"Só tenho medo da PF", afirmou Dantas a revista

Imagem do Jornal Nacional de ontem destaca o que disse o bando de Daniel Dantas que tentaram comprar agentes federais. Na seqüencia, o telejornal informou que o Supremo decidiria sobre o pedido de habeas corpus dos presos
Aos 53 anos, admite ter medo apenas de uma coisa, "da Polícia Federal". A declaração do banqueiro foi feita em entrevista à revista "Piauí" de junho de 2007. A frase foi dita às gargalhadas, após falar à repórter que "estavam tramando algo contra" ele.Ele cursou engenharia na Universidade Federal da Bahia e fez mestrado e doutorado em economia na Fundação Getulio Vargas, no Rio, e pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA. Na Bahia, relacionou-se com Antonio Carlos Magalhães. Tornou-se consultor do então PFL. No Rio, atuou nos bancos Bradesco e Icatu. Foi cotado para entrar no governo Collor, mas não assumiu cargo.O Opportunity foi fundado em 1996. Foi quando os negócios de Dantas evoluíram por aproveitar as privatizações das telefônicas no governo Fernando Henrique. Aqui para assinantes da FolhaPara você escrever algumas palavras de carinho e incentivo aos polícias federais, aqui o email. dcs@dpf.gov.br e o site da PF: http://www.dpf.gov.br/
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Senador pau mandado tenta livrar Daniel Dantas da cadeia

O senador Heráclito Fortes (DEM-PI) procurou à Folha para contar que está sendo seguido e monitorado pela Polícia Federal nos últimos dias. Aliado de Daniel Dantas, dono do Opportunity, Heráclito acusou o PT de estar envolvido nas ações da PF contra ele."Na semana passada, esse pessoal, o que eu já desconfiava, foi ver um terreno meu aqui em Brasília. Subiram no muro, chamaram um rapaz do posto de gasolina para saber informações sobre mim", afirmou o senador.Ontem à tarde, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) telefonou para um filho de Carlos Rodenburg, preso na operação da PF. Ex-cunhado de Dantas, Rodenburg é diretor do banco Opportunity, o carro-chefe dos negócios do polêmico banqueiro. Amigo de Dantas e Rodenburg, Heráclito queria detalhes da operação. Publicamente, o senador evitou comentar a ação da polícia. “Ainda preciso entender o que está acontecendo”, afirmou. Heráclito afirmou que não conversou com o ministro Tarso Genro.O senador é conhecido defensor de Dantas e do Opportunity no Congresso. Discursou muitas vezes em favor do banqueiro na CPI dos Correios.O senador já admitiu ter viajado nos jatinhos de Daniel Dantas “algumas vezes”.A ligação entre Heráclito Fortes e Daniel Dantas vem de muito tempo. Por várias vezes o senador usou aviões do empresário em vôos pelo território nacional, inclusive, para o Piauí. Heráclito era um dos fortes defensores de Dantas em seus comparecimentos ao Congresso Nacional para prestar esclarecimentos diante da negociata que é investigada pela Polícia Federal.Em maio de 2006,Daniel Dantas foi à casa do senador Heráclito Fortes, do PFL do Piauí, expoente da "bancada de Dantas" no Congresso por dois motivos. Um, para tentar estabelecer uma ponte entre o banqueiro e o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Edson Vidigal, que contrariou interesses de Daniel Dantas. Dois, Dantas não queria ser convocado para a CPI dos Correios. No teatro do convoca-não-convoca Dantas para depor, a certa altura, de dedo em riste, fez aquela ameaça que vale a pena repetir aqui: "Eu não afundo só. Se eu descer, levo o PFL/DEM, o PSDB. Daniel Dantas disse que segurassem os parlamentares petistas da comissão, porque dos da oposição ele "cuidava". Aliás, foi fácil "cuidar" da oposição. Semanas depois, o senador Arthur Virgílio, do PSDB do Amazonas, denunciou a tentativa de achaque a Dantas feita por Delúbio Soares, que nunca ficou provado. Arthur Virgílio e Heráclito Fortes fazem parte de uma bancada sensível aos interesses do dono do Opportunity no congressoNo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Dantas obteve apoio político do PSDB e do PFL (o atual DEM) para participar da privatização das teles. Há o episódio do jantar dele com FHC em junho de 2002. No dia seguinte, haveria troca do comando da Previ, como desejava o banqueiro.Não é novidade para ninguém dentro do senado de que o Senador Heráclito não passa de pau mandado do maior desonesto empresário Daniel Dantas, pois foi Daniel Dantas quem financiou a campanha do irresponsável senador. A SUA FUNÇÃO NO SENADO É ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE ESCULHAMBAR COM O GOVERNO LULA. No governo do FHC, Daniel deitava e rolava. Foi o principal beneficário das privatizações prejudiciais ao País feitas pelo e-presidente
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A imprensa brasileira esconde; a imprena intermacional mostra

Em seis páginas o jornal "Financial Times" saudou o Brasil que está "surfando grande onda de otimismo", principalmente nos "grupos de menor renda". Aponta até "a relação impressionante de realizações" sociais do PT. Cita eventuais sucessores de Lula, mais Tupi, a Amazônia O Brasil está a um passo de entrar no grupo das chamadas superpotências, disse um artigo do principal jornal de economia e finanças do Reino Unido, o Financial Times, na edição de ontem."Não é exagero dizer que o Brasil está em vias de adquirir o status de superpotência", escreve o jornal, que traz um caderno especial de seis páginas sobre o país."Em uma época de crescente demanda global por alimentos e energia, o Brasil está em uma posição única", diz o jornal. "Já o maior produtor mundial de quase qualquer produto agrícola (...) inclusive etanol feito da cana-de-açúcar, o Brasil é o quarto maior fabricante de veículos e logo se tornará um importante exportador de petróleo". O programa Bolsa Família e ações para combater a sonegação fiscal são citados como elementos positivos.O status de superpotência parece alcançável, mas o país deve ter em mente "que ainda não chegou lá" e que essa posição ainda "não está garantida", alerta o jornal."A infra-estrutura do país é uma bagunça", afirma a publicação, destacando a "inadequação" dos sistemas públicos de saúde e educação e a burocracia enfrentada por empresas, entre outros problemas.O jornal elogia a estabilidade alcançada pela economia brasileira. "As bases da nova prosperidade do Brasil foram lançadas na administração de (Fernando Henrique) Cardoso e criticadas ruidosamente pelo PT, então oposição. Mas no governo, (Luiz Inácio) Lula da Silva e seus assessores viram o valor, especialmente para os pobres, da inflação baixa e de uma economia estável".
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Outro bandido

A equipe de defesa de Salvatore Cacciola no Brasil impetrou ontem no STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de habeas corpus para suspender a prisão do ex-banqueiro e sua extradição de Mônaco, autorizada pelo príncipe Albert 2º.No recurso, o advogado Carlos Ely Eluf alega que o governo federal explora politicamente o processo contra o ex-dono dos bancos Marka e Fonte Cindam, condenado em 2001 a 13 anos de prisão pelos crimes de peculato e gestão fraudulenta, ao obter empréstimo de R$ 1,6 bilhão do Banco Central."Há uma forte conotação eleitoral. O governo quer atacar a gestão FHC", disse Eluf. Para o advogado, há desrespeito "à isonomia e à presunção de inocência".A defesa de Cacciola em Mônaco recorreu ao Comitê da ONU contra a Tortura para impedir sua extradição de Mônaco. Para Eluf, "a Polícia Federal viola os direitos humanos". "Eles prendem e humilham a pessoa em público. Vão tratá-lo como se fosse um terrorista, como Osama Bin Laden", disse.
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A serviço do banqueiro

A Folha de hoje dá o tom de como vai ser as manchetes espetaculosas daqui pra frente para livrar a cara do banqueiro corrupto Daniel Dantas. Na capa a notícia "Advogado de Dantas diz ter papéis contra PT"...O advogado de Daniel Dantas, Nélio Machado, ameaçou divulgar supostos documentos contra o PT.A ameaça de divulgação de documentos contra o PT foi recebida com ceticismo por executivos ligados à Brasil Telecom. A documentação que Dantas entregou à Justiça norte-americana, segundo eles, conteria acusações, sem provas, de tentativa de extorsão, e recortes de textos de jornais. Isso é novo? Não é. É só um jogo de jornais e jornalistas aliados com a oposição na tentativa de jogar cortina de fumaça no cado da prisão de Daniel Dantas.Em maio de 2006, a manchete no jornal O Estado de S.Paulo era essa:Oposição quer levar Dantas à CPI para explicar negociação com PT. Vejam que interessante a notícia..."O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, disse ao Estado que a entrevista do banqueiro só reforçou a intenção de levá-lo à CPI. O tucano já tinha mostrado disposição de chamar Dantas a depor na semana passada, por conta da denúncia feita pela irmã do banqueiro, Verônica Dantas, na Justiça norte-americana. Arthur Virgílio disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-ministros José Dirceu (Casa Civil) e Antonio Palocci (Fazenda) teriam "ódio" de Daniel Dantas por ele se recusar a fazer as doações ilegais supostamente pedidas pelo PT.Ah faz favor. Um bandido como Daniel Dantas se recusar a fazer doações ilegais? . Não se surpreendam se daqui pra frente, jornais, jornalistas e oposição juntar na mesma panela o Presidente Lula. Eles estão comprados por Daniel Dantas e vão trabalhar para tentar mostrar que, quem não presta é o governo, Daniel é um santo.
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STF pode libertar Daniel Dantas a qualquer momento

A notícia do leitorO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, pode decidir a qualquer momento se concede liberdade ao sócio-fundador do grupo Opportunity, Daniel Dantas, preso hoje pela Polícia Federal na Operação Satiagraha. Os advogados de Dantas haviam ingressado no STF, em junho, com um pedido de habeas-corpus preventivo diante do noticiário de que o empresário poderia ser alvo de uma operação da PF e hoje, com a prisão, solicitaram pressa na apreciação do pedido.O habeas-corpus preventivo em favor de Dantas estava sendo relatado pelo ministro Eros Grau, mas, como o STF entrou em recesso, o pedido de liminar será julgado por Mendes, que está de plantão. O presidente do STF, em entrevista concedida hoje em solenidade no Conselho Nacional de Justiça, criticou a Operação Satiagraha. "De novo, é um quadro de espetacularização das prisões. Isso é evidente e dificilmente compatível com o estado de Direito", declarou Mendes. Enviada por José Lopes e publicada no G1
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Apreensão em Brasília afetará a compra da BrT

O fato de a Polícia Federal ter obtido na Justiça, pela primeira vez, mandado de busca e apreensão de documentos no Opportunity Fund, principal fundo de investimentos do empresário detido Daniel Dantas, sediado nas Ilhas Cayman, poderá provocar repercussão importante nos meios políticos de Brasília, com reflexos negativos, embora indiretos, sobre a compra da Brasil Telecom (BrT) pela Oi.Todos os investimentos efetuados por Dantas no setor de telecomunicações desde o leilão de privatização da Telebrás, em 1998, foram intermediados pelo Opportunity Fund, um dos poucos locais onde o empresário colocava sua assinatura, afirmou fonte próxima às negociações, referindo-se ao hábito do empresário baiano de utilizar de artimanhas criativas para não aparecer formalmente nas numerosas participações em empresas.
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Presidente do STF Gilmar mendes, vai soltar Daniel Dantas

Se você viu o Jornal Nacional dessa noite, deve ter visto que Daniel Dantas tentou subornar um delegado da policia federal, por temer a Justiça de primeira instância, já que, segundo ele, no STJ e no STF ele teria “facilidades”.Em seguinda quem aparece dando entrevista no mesmo JN?. O Presidente do STF Gilmar Mendes, criticou as prisões e o uso de algemas. Ou seja. Se depender de Gilmar mendes, Daniel Dantas e seu bando vão voltar para as ruas amanhã mesmoO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, criticou aaquilo que ele chama de "espetacularização das prisões" durante operação da Polícia Federal (PF) Ele disse que a Operação Satiagraha da Polícia Federal (PF), que investiga desvio de verbas públicas e crimes financeiros, “dificilmente” é compatível com o estado de Direito.“De novo é um quadro de espetacularização das prisões, isso é evidente, dificilmente compatível com o estado de Direito, uso de algema abusivo, já falamos sobre isso aqui, mas tudo isso terá que ser discutido”, disse Gilmar Mendes.Na operação da PF, foram presos, entre outros, o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o empresário Naji Nahas.GângsterNo último dia 1º, Gimar Mendes atacou a PF. Na ocasião, ele cobrou uma atuação enérgica do governo federal para coibir o suposto uso dos grampos que segundo Gilmar mendes, seria para intimidar agentes públicos. E disse que isso( a ação da PF) é “coisa de gângster”.“Veja que tipo de terrorismo lamentável. Coisa de gângster, quem faz isso na verdade não é agente público, é gângster”, disse.NavalhaDurante as investigações da PF sobre o esquema de fraude em licitações desmontado pela Operação Navalha, em 2007, irritou o ministro. Na época, Gilmar Mendes, classificou como “canalhice” a posição da Polícia Federal. Gilmar Mendes teve seu nome divulgado, extra-oficialmente, como uma das autoridades que constava na lista de beneficiados com presentes da Construtora Gautama, da chamada Operação Navalha.Na ocasião, ele aproveitou para criticar a atuação da Procuradoria Geral da República. Disse que muitas vezes ela é “co-autora, cúmplice e conivente” com a prática.*O nome da operação, Satiagraha, significa resistência pacífica e silenciosa, conforme nota divulgada pela PF.
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Bob Fernandes disse :"Não, não é o mensalão

Bob Fernandes disse no Terra Magazine:"Não, não é o mensalãoEntenda-se, uma vez que, na praça, desinformados e desinformadas de vários matizes já excitam-se com "a volta do mensalão".Não, não é uma investigação que esbarra em maracutaias do "mensalão". É uma devassa que chega a bem antes. E chegará a bem depois. Algo muito maior, muito mais profundo e poderoso do que o mensalão. Que viceja, brota gloriosamente em meio à privatização do sistema Telebras, embora pensado antes ainda. Algo que mira também o presente e o futuro.Não, não é coisa de pés-rapados, adoradores de penosas, de pobres-diabos que no guichê do Banco Rural - do Brasília Shopping - recebem o "por fora", modalidade esta inédita na história de crimes financeiros. É coisa de uns 2 bilhões. De dólares. É coisa de quem montou, geriu, operou, opera o Sistema". Parace que os jornalistas especialmente Ali Kamel da Globo, não leu essa parte da matéria

Daniel Dantas e o ninho da corrupção tucana

Vocês meus queridos amigos leitores , prestem atenção nessas matérias públicadas aqui no blog.Vamos a elas:Zé Augusto, publicou aqui (...) o ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira...(..)Sabem quem é Ricardo Sérgio de Oliveira? Em 1996 o tesoureiro de José Serra tinha empresa em paraíso fiscal. O nome dele? Ricardo Sérgio de Oliveira.
Tesoureiro milionário: Ex-tesoureiro de Serra tem empresa em paraíso fiscalO ex-diretor do Banco do Brasil (BB) o tucano, Ricardo Sérgio de Oliveira, foi acusado de receber propina na privatização do Sistema Telebrás, administra os negócios de uma empresa com sede em paraíso fiscal.O ex-diretor do BB — que foi tesoureiro da campanha do senador José Serra à prefeitura de São Paulo em 1996 —, comprou metade de dois prédios do fundo, um no Rio de Janeiro e outro em Belo Horizonte, por meio da sua empresa Planefin. quando se verifica o documento do imóvel no 15º Cartório de Registro. O imóvel foi vendido em novembro de 1996 pela Globo Comunicações e Participações (a Globopar) por R$ 22,5 milhões ao fundo imobiliário administrado pelo Itaú.Leia aqui ..Muita coincidência!!!.Leia mais Ricardo Sérgio foi caixa das campanha de José Serra para o Senado e para a prefeitura de São Paulo. Também foi arrecadador da campanha do presidente Fernando Henrique Cardoso em 1998. LeiaEx-tesoureiro de Serra tem empresa em paraíso fiscal. Jornal Correio Braziliense de 15 de abril de 2002Acusado de receber propina durante a privatização do sistema de telefonia, para favorecer o consórcio que comprou a Telemar, ex-diretor do BB comanda empresa com sede nas Ilhas Virgens.O ex-diretor do BB — que foi tesoureiro da campanha do senador José Serra à prefeitura de São Paulo em 1996.As ‘‘digitais’’ da off-shore estão numa procuração registrada no 16º Cartório de Ofício de Notas de São Paulo.Caixa doisA Receita Federal investiga(2002) as declarações de renda de oito pessoas que coletaram dinheiro para o caixa dois da reeleição de FHC. Entre as declarações estão as de Ricardo Sérgio. Ele movimentou R$ 4,5 milhões em 1998 e 1999, valor incompatível com seus rendimentos. Leia mais aqui no arquivo do blog
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Dantas em off: US$ 200 milhões da TIM para corrupção tucana na privatização da CRT

Ney Figueiredo, ex-consultor da Febraban, da Fiesp e da CNI foi contratado em 2004 para melhorar a imagem de Daniel Dantas.Testemunha ocular dos corredores do Banco Opportunity, Ney Figueiredo descreve em seu livro "Diálogos com o Poder" uma pergunta que Daniel Dantas confidenciara a políticos de sua confiança:"Onde foram parar os US$ 200 milhões que a Itália Telecom, como sócia da Brasil Telecom [à época controlada por Daniel Dantas], teria pago a mais pela Cia. Riograndense de Telecomunicações (CRT)?"Outro publicitário, Mauro Salles, foi contratado por Daniel Dantas para fazer lobby junto ao então ministro das comunicações tucano Pimenta da Veiga, nas negociações da CRT com a TIM.Salles agendou um encontro entre Dantas e o ministro. As conversas foram um pouco"salgadas", o que levou Mauro Salles a escrever uma carta diretamente à FHC, com quem tinha intimidade:"Meu caro presidente, ... estive com o ministro Pimenta da Veiga (Comunicações), junto com Daniel Dantas ... O objetivo do encontro era a busca de sintonia ... visando equacionar os problemas que cercam a compra da CRT"."Fiquei surpreso quando o ministro afirmou que a nossa interpretação dos posicionamentos do presidente [da República] estavam equivocadas".Era julho de 2000. Corriam pelos subterrâneos, nas palavras de Mauro Salles, "interpretações maliciosas".Buscava-se "implicar o presidente em uma armação inconcebível."Insinuava-se que FHC estaria de acordo com o ágio embutido no valor da CRT.Salles arrematou a carta com um apelo ao presidente da República:"Preciso de uma palavra sua para dissipar as dúvidas levantadas pelo ministro Pimenta ... Desculpe o desabafo. E não me deixe sozinho nesta luta em que estou ... procurando defender ... o próprio interesse nacional".O que respondeu FHC, nunca foi revelado. Mas sabe-se que o publicitário contratado por Daniel Dantas produziu um dossiê.São coisas que Daniel Dantas diz em privado e se nega a repetir em público.Estas histórias circulavam em off na imprensa demo-tucana (como narra, só agora, Josias de Souza em seu blog do PIG). Mas ninguém publicava.Mantinham o tampão do esgoto tampado para não exalar mais ainda o mau cheiro da privataria demo-tucana.A prisão de Dantas abriu uma fenda no tampão e mau cheiro está vazando.Continue lendo aqui…
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Por: Zé Augusto . Terça-feira, Julho 08, 2008

Dantas em off: US$ 30 milhões para corrupção tucana na privatização da Telemar

No mesmo livro citado na nota acima, Ney Figueiredo pergunta:"O que aconteceu com o ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira, levando-se em conta a história que circula nos bastidores sobre os famosos US$ 30 milhões que teriam sobrado na operação da Telemar?"Ricardo Sérgio de Oliveira, foi ex-caixa de campanhas tucanas de José Serra e FHC, ex-diretor do Banco do Brasil, que mandava na PREVI (que montou o esquema societário na Brasil Telecom do jeito que Dantas queria, onde a PREVI entrava com o dinheiro, e entregava a Dantas carta branca para assumir o controle acionário, mesmo sendo minoritário).Sua mais famosa frase é "no limite da responsabilidade", gravada em conversa telefônica com o então presidente do BNDES Mendonça de Barros.Continue lendo aqui…

A empresa da filha do Serra sócia de Veronica Dantas

Verônica Serra (foto), filha de José Serra governador , PSDB de S.Paulo, era sócia (ou é) de Verônica Dantas Rodenburg, irmã de Daniel Dantas, do Opportunity. Elas fundaram juntas uma empresa de internet, a Decidir.com, que continua em plena atividade. A empresa foi registrada em Miami no dia 3 de maio de 2000, sob o número P00000044377. Tem filiais na Argentina, Chile, México, Venezuela e Brasil. O site oferece dicas sobre oportunidades de negócios, incluindo a área de licitações públicas no Brasil. Consta no site: “Encontre em nossa base de licitações a oportunidade certa para se tornar um fornecedor do Estado” .Em 2005, durante nas CPI dos Correios e do Mensalão, o depoimento do banqueiro Daniel Dantas, do grupo Opportunity, ficou suspenso por cerca de 15 minutos. Naquela ocasião, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), acusou o banqueiro Dantas de manter relações com integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso, citando sua antiga sociedade com Pérsio Arida (um dos formuladores do Plano Real) e uma sociedade da irmã do empresário, Verônica Dantas, com Verônica Serra [filha do então prefeito José Serra). Você lembra disso não é mesmo?Para o jornalista Bob Fernandes, primeiro a noticiar as prisões, no site Terra Magazine, Daniel Dantas é um dos personagens centrais na “mais feroz e encarniçada batalha da história do capitalismo brasileiro”. Seu papel como protagonista, assinala, cresceu no governo Fernando Henrique Cardoso, especialmente na montagem do processo de privatizações no setor das telecomunicações. Essa batalha feroz e encarniçada, diz ainda o jornalista, não deixará de incluir também a jornalistas e publicações.“Batalha feroz incluirá também a jornalistas e publicações”
Bob Fernandes fala com conhecimento de causa. acompanhou “outras manilhas de esgotos da história verde-amarela” (como afirma em matéria no Terra Magazine) por meio de reportagens especiais. Algumas delas foram:- O caso Banestado. "O Brasil, a maior lavagem de dinheiro do mundo". Datada de 30 de maio de 1998, objeto da única - até hoje - edição extra na já longa história da revista Carta Capital. Caso este que freqüenta a investigação da PF agora em curso.- A privatização do Sistema Telebrás e a queda de Mendonça de Barros, ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique. "Fitas Sujam o Governo", em 25/11/98. Reportagem esta que levou à queda de "Mendonção". Ali, uma das gêneses de tudo isso, assegura.- A queda do delegado-geral da Polícia Federal, Vicente Chellotti. "Os Porões do Brasil", em 3 de março de 1999.- As operações ilegais da CIA, DEA e FBI no Brasil, no mais das vezes, naqueles tempos, em vistoso pas-de-deux com aquela mesma Polícia Federal. (Uma dezena de reportagens de capa em Carta Capital, edições entre 12 de maio de 1999 e 21 de abril de 2004.) Alguns dos rapazes daquela mesma polícia estão de volta e operaram com denodo no caso agora em questão, e ao lado de Daniel et caterva.- Uma sucessão de reportagens de capa sobre a briga societária entre Daniel Dantas e seus sócios.
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Dantas tentou subornar delegado da PF com US$ 1 milhão

De acordo com nota distribuída pelo MPF, Dantas teria oferecido, por meio de dois intermediários, 1 milhão de dólares a um delegado da PF para que seu nome, o de Verônica Dantas, irmã do banqueiro, e de Carlos Rodemburg, sócio e vice-presidente do Banco Opportunity, fossem retirados das investigações.O fato foi informado ao juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6a Vara Federal Criminal de São Paulo, que autorizou que os contatos entre o delegado e os intermediários continuassem sem que fosse dado o flagrante de corrupção. O objetivo seria a obtenção de mais provas.O delegado da PF teria chegado a receber 129 mil reais dos intermediários do banqueiro.Leia mais na

HD sobre fundo em Cayman levou à prisão de Daniel Dantas e organização

Para se tentar entender quem é Daniel Dantas, preso hoje junto com Verônica Dantas, Dório Ferman, Carlos Rodenburg, Naji Nahas, Celso Pitta e outras duas dezenas de menos ilustres, é preciso antes entender seu fortim e sua obra principal: o grupo Opportunity.Daniel Dantas, que hoje foi para a cadeia, participa da vida política e econômica do País desde o governo Collor. Mas seu papel como protagonista cresceu e se impôs no governo Fernando Henrique Cardoso, especialmente na montagem e no miolo do processo de privatizações.- O caso Banestado. "O Brasil, a maior lavagem de dinheiro do mundo". Datada de 30 de maio de 1998, objeto da única - até hoje - edição extra na já longa história da revista Carta Capital. Caso este que freqüenta a investigação da PF agora em curso.- A privatização do Sistema Telebrás e a queda de Mendonça de Barros, ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique. "Fitas Sujam o Governo", em 25/11/98. Reportagem esta que levou à queda de "Mendonção". Ali, uma das gêneses de tudo isso.Em tempo: "Sua" obra principal, o Opportunity, mas sem que se deixe de levar em conta a suspeita do delegado Protógenes Queiroz, da Polícia Federal: Daniel Dantas et caterva soam, por vezes, não serem os "donos", ou, os únicos donos do megaconglomerado. O Opportunity brota de um clã familiar. A hidra tem como principais cabeças visíveis, Daniel Dantas e, degraus abaixo, sua irmã Verônica Dantas. Dório Ferman, por sua vez, é o presidente do Banco Opportunity, instituição financeira comandada por Dantas.Daniel Dantas é um personagem que age nas sombras. Poucos são os documentos que contam com a assinatura do banqueiro e, constatou a PF na investigação, de tudo ele fez e faz para não deixar rastros mesmo na miríade de estruturas - ao menos 151 detectadas - ligadas ao enorme polvo.Nas inúmeras empresas ligadas a seu grupo, ele raramente é o responsável legal. Busque-se pelo nome de Daniel Valente Dantas junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cartórios ou juntas comerciais, e quase nada aparecerá. E tanto anota também o delegado Queiroz.Nas disputas empresariais que travou, Dantas assinou não mais do que três ou quatro contratos. Sempre há prepostos, anteparos cuidadosamente selecionados para escamotear o chefe de fato. No mundo financeiro (fundos, corretoras, bancos etc), Dório Ferman é o homem. No exterior, Verônica Dantas é o anteparo usual.Trata-se de um grupo empresarial - ou de uma quadrilha, uma organização criminosa, como aposta a Polícia Federal - muito mais complexo do que parece.Daniel Dantas, que hoje foi para a cadeia, participa da vida política e econômica do País desde o governo Collor. Mas seu papel como protagonista cresceu e se impôs no governo Fernando Henrique Cardoso, especialmente na montagem e no miolo do processo de privatizações.Dantas é um dos personagens centrais na "mais feroz e encarniçada batalha da história do capitalismo brasileiro."Batalha tão encarniçada que não deixará de incluir, como se verá em capítulos vindouros, também a jornalistas e publicações.A expressão é de um dos autores desta reportagem em uma seqüência de capas publicadas pela revista Carta Capital, onde era o Redator-chefe, ainda no início deste século XXI.Abaixo, alguns dos exemplos:- O caso Banestado. "O Brasil, a maior lavagem de dinheiro do mundo". Datada de 30 de maio de 1998, objeto da única - até hoje - edição extra na já longa história da revista Carta Capital. Caso este que freqüenta a investigação da PF agora em curso.- A privatização do Sistema Telebrás e a queda de Mendonça de Barros, ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique. "Fitas Sujam o Governo", em 25/11/98. Reportagem esta que levou à queda de "Mendonção". Ali, uma das gêneses de tudo isso.- A Queda do delegado-geral da Polícia Federal, Vicente Chellotti. "Os Porões do Brasil", em 3 de março de 1999. Também ali estão poderosos liames com a extraordinária batalha de bastidores a que terão acesso os internautas de Terra Magazine e deste Terra.- As operações ilegais da CIA, DEA e FBI no Brasil, no mais das vezes, naqueles tempos, em vistoso pas-de-deux com aquela mesma Polícia Federal. (Uma dezena de reportagens de capa em Carta Capital, edições entre 12 de maio de 1999 e 21 de abril de 2004.) Alguns dos rapazes daquela mesma polícia estão de volta e operaram com denodo no caso agora em questão, e ao lado de Daniel et caterva.- Uma sucessão de reportagens de capa sobre a briga societária entre Daniel Dantas e seus sócios.Como se lerá aqui nos próximos capítulos desta saga, nos dias que virão.O outro autor, Samuel Possebon, editor da revista TELETIME, especializada no mercado de telecomunicações, acompanha os movimentos de Daniel Dantas desde a privatização do Sistema Telebrás, em 1998. Ao longo destes anos, observou atentamente as estruturas societárias, os movimentos empresariais, as disputas judiciais, a fase áurea de Daniel Dantas, entre 1998 e 2003, o ocaso, de 2003 a 2005, e a ressurreição, este ano, com o perdão dos fundos de pensão e Citibank. E agora, a prisão.A história de Daniel Dantas é uma história de batalhas, travadas muito além dos limites aceitáveis. Muitas acusações surgiram: espionagem, corrupção, falsificação, furto, conspiração... Muitas ainda estão por se provar em tribunais no Brasil e no exterior. Outras, já comprovadas.As batalhas, em geral, foram contra seus adversários no mundo dos negócios, muitos dos quais aliados de outros tempos.Para que se tenha uma idéia da dimensão dos contendores que, nuclear ou perifericamente, freqüentam este enredo e farão parte dessa história quando ela vier a ser contada em toda a sua extensão, liste-se aqui algumas das principais instituições adversárias de Dantas e seu grupo em mais de 200 disputas judiciais travadas em cortes do Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Ilhas Cayman e além.Citibank - no início do Século XXI e desta batalha, o maior banco do mundo, de valor estimado em US$ 1 trilhão, que bancou Daniel Dantas com cerca de US$ 1 bilhão no período da privatização. Ao longo de oito anos, Citibank e Dantas caminharam de braços dados, até o rompimento litigioso, em 2005. O Citibank foi, portanto, um sustentáculo do poder político e econômico do Opportunity. Nos últimos tempos, Citi e Dantas caminhavam para um acordo. Com a cana dura, o futuro deste pacto torna-se uma grande interrogação.Pirelli - maior grupo empresarial italiano, dona da Telecom Italia entre outros pneus de igual tamanho. Foi, através da sua empresa Telecom Italia, sócia de Daniel Dantas na Brasil Telecom. Tornou-se sua adversária. Voltou a se tornar aliada, até que se retirou de campo. Hoje, no Brasil, a Telecom Italia é apenas acionista controladora da TIM. Mas os ventos italianos ainda sopram sobre o Opportunity, como se verá.TIW - outrora gigante de telecomunicações do Canadá. Entrou com U$ 300 milhões de sócia de Daniel Dantas em empresas de telefonia celular (Telemig Celular entre elas) e saiu, expulsa após uma sangrenta batalha judicial contra o mesmo Dantas. No acordo final, a TIW saiu do país, em 2003, com US$ 65 milhões. Tempos depois, faliu.Fundos de pensão - Inclua-se Previ, Funcef e Petros entre os principais. São os fundos de pensão de grandes empresas estatais, cujo poder financeiro de investimento não tem similar no mundo empresarial. Agrupamento com poder de fogo da ordem dos R$ 200 bilhões.Os fundos de pensão casaram-se (em circunstâncias ainda a serem explicadas) com Daniel Dantas na montagem do modelo de privatização, em 1997. Abriram guerra contra Dantas em 2000, até que romperam, definitivamente, em outubro de 2003. Assim como o Citibank, caminhavam nos últimos meses para um ajuste de contas com o Opportunity.Antes que se chegue às disputas individuais, do ponto de vista pessoal e empresarial, é preciso entender os elementos-chave relacionados ao grupo Opportunity.O mais importante é o Opportunity Fund, um fundo de investimento baseado nas Ilhas Cayman e comandado pelos irmãos Dantas. Essa, uma questão central nas investigações que levaram às prisões desta terça-feira, 8 de julho de 2008.Detalhes sobre a história e meandros do fundo serão contadas em um capítulo à parte. Aqui, fiquemos com o absolutamente essencial, que se segue.O Opportunity Fund, estabelecido no paraíso fiscal das Ilhas Cayman, foi quem abriu as portas dos Dantas para o mega-poder. É lá que, suspeitava a polícia desde o início dos trabalhos, estariam economias de grandes personalidades do mundo político e empresarial.O fato é que o Opportunity Fund é um dos poucos locais em que o nome Daniel Dantas aparece. Aqui, Dantas é oficialmente relacionado como um dos responsáveis, sem anteparos e sem subterfúgios. Leia mais

Pergunta da leitora para o PHA

Além de muito oportuna a pergunta da leitora Vera, ela também diz tudo o que eu gostaria de saber do blogueiro Paulo Henrique Amorim: "E eu gostaria de perguntar ao PHA: como fica o PHA que sugeriu que o governo, Lula, Dilma, o PT, o BNDES, o escambau, tinham sido comprados ou silenciados pela grana ou as propinas do Daniel Dantas? Vera" ...Estamos aguardando a resposta
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Brasil está "em vias de virar superpotência", diz jornal "Financial Times"

O Brasil está a um passo de entrar no grupo das chamadas superpotências, diz um artigo do principal jornal de economia e finanças da Europa, o "Financial Times" ("FT"), em sua edição desta terça-feira, com tradução aqui no site da BBC Brasil."Não é exagero dizer que o Brasil está em vias de adquirir o status de superpotência", diz artigo do "FT", que traz um caderno especial de seis páginas sobre o país.O artigo, intitulado "Surfando em uma grande onda de confiança", enumera pontos positivos sobre o país, onde "as perspectivas, aparentemente, nunca foram melhores"."Em uma época de crescente demanda global por alimentos e energia, o Brasil está em uma posição única", diz o jornal. "Já o maior produtor mundial de quase qualquer produto agrícola (...) inclusive álcool feito da cana-de-açúcar, o Brasil é o quarto maior fabricante de veículos e logo se tornará um importante exportador de petróleo." O país é descrito ainda como "um grande ímã para investimento estrangeiro direto", e a sociedade brasileira está se transformando à medida que "a renda aumenta e as iniqüidades diminuem". A Bolsa Família e o impacto de ações para combater a sonegação fiscal são citados como elementos positivos.Os autores do artigo, os jornalistas Jonathan Wheatley e Richard Lapper, afirmam que este quadro se tornou possível "por reformas realizadas nos últimos 15 anos e que frutificaram durante os últimos anos"."Sem garantia"O status de superpotência parece alcançável, mas o país deve ter em mente "que ainda não chegou lá" e que essa posição ainda "não está garantida", alerta o jornal."A infra-estrutura do país é uma bagunça", afirmam, destacando a "inadequação" dos sistemas públicos de saúde e educação, a burocracia enfrentada por empresas entre outros problemas.O jornal elogia a estabilidade alcançada pela economia brasileira. "As bases da nova prosperidade do Brasil forma lançadas na administração de [Fernando Henrique] Cardoso e criticadas ruidosamente pelo PT, então oposição. Mas no governo, [Luiz Inácio] Lula da Silva e seus assessores viram o valor, especialmente para os pobres, da inflação baixa e de uma economia estável."O artigo diz que algumas das prioridades previstas no governo de Fernando Henrique Cardoso, "especialmente a reforma dos sistemas de aposentadoria, impostos e de trabalho ainda devem ser feitas" e estariam aí alguns dos "grandes desafios" a serem enfrentados pelo país."O modelo do caro setor estatal do Brasil ainda é um obstáculo para o desenvolvimento', diz o "FT".O suplemento do "Financial Times" traz ainda artigos sobre o impacto da estabilidade econômica duradoura sobre muitos brasileiros e a exploração de petróleo.Violência urbanaEm artigo intitulado "Esforço para reparar uma reputação violenta", o jornal diz que 'entre 1993 e 2003, a média de pessoas mortas a cada ano por ferimento a bala foi 32.555, de acordo com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura)"."Isso supera o número anual de mortes em conflitos na Tchetchênia, Nicarágua, El Salvador, Guatemala, Argélia e até a primeira guerra do Golfo", diz o texto, que ressalta, contudo, que "inesperadamente a incidência de homicídios está caindo"."As razões para a tendência de baixa são variadas", diz o artigo, que cita análise de Julio Jacobo Waiselfisz, autor de Mapa da Violência, um estudo financiado pelo governo sobre os homicídios.A expansão da economia, aumento de salários, baixo índice de desemprego, programas mais amplos de assistência aos mais pobres e maiores restrições para a venda de armas introduzidas em 2003 também são apontados como fatores por Waisenlfisz, de acordo com o "Financial Times".Um texto sobre a Amazônia diz que "há uma vontade maior de endurecer com exploradores ilegais de madeira e em combater a corrupção".O tema de sucessão presidencial também é abordado. São apresentados os perfis de quatro dos supostos candidatos mais destacados: José Serra, Aécio Neves, Dilma Roussef e Ciro Gomes.

PF prende Daniel Dantas, Naji Nahas, Celso Pitta e mais duas dezenas por integrarem "megaorganização criminosa"

Daniel Dantas está preso.Comandados pelo delegado Protógenes Queiroz, quase 300 agentes da Polícia Federal iniciaram, às 6 da manhã desta terça-feira 8 de julho, a Operação Satiagraha. A PF cumpre 24 mandados de prisão - além de 56 ordens de busca e apreensão. Na ação deflagrada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e em Brasília, foram presos, além do banqueiro Daniel Dantas, dono do grupo Opportunity, sua irmã Verônica e seu ex-cunhado e dirigente do OPP, Carlos Rodenburg, o também diretor Arthur de Carvalho, o presidente do grupo, Dório Ferman, o especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.Ordens de prisões foram emitidas ainda contra a diretora jurídica, Danielle Silbergleid Ninio, a advogada Maria Amália Coutrin, e o funcionário do mesmo grupo, Rodrigo Bhering de Andrade. Da mesma forma foram expedidas ordens de prisão dos doleiros Lucio Bolonha Funaro e Miguel Jurno Neto. Maria Alice de Carvalho Dantas, mulher de Daniel, também foi detida.Segundo a Polícia Federal, o universo dantesco foi aprisionado pela prática dos seguintes crimes, pelo menos: formação de quadrilha, gestão fraudulenta, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal...Espionagem é parte do extenso rol de crimes praticados pela organização. Daniel Dantas foi preso, também, por tentativa de corrupção contra um delegado, de nome Vitor Hugo.Dantas é preso quase três meses depois de fechar um dos maiores negócios do mercado de telecomunicações brasileiro: vendeu suas participações da Brasil Telecom e Telemar (OI) por algo em torno de 1 bilhão de dólares. E conseguiu um acordo com os fundos de pensão, pelo qual se livrou de todas as demandas judiciais contra ele. Além do perdão dos fundos, ainda saiu do acordo com mais R$ 140 milhões.OS INTESTINOS DO BRASILA prisão de Daniel Dantas é o desfecho, ou, melhor, um entreato da maior disputa societária da história do capitalismo brasileiro.Para que se tenha uma idéia: algo como um bilhão e 900 milhões de dólares foram rastreados na investigação. Fortuna essa advinda de aplicadores e, quase sempre, a transitar por paraísos fiscais. Técnicos do Banco Central e da Receita Federal também trabalharam na megainvestigação pilotada pelo delegado Queiroz.Poderia ser legalmente, e de origem legal, mas o contrário é também verdade e em relação a quantias abissais, como saberão ainda hoje, e aqui, os leitores.Das entranhas do que há de mais poderoso nos comandos financeiros, sociais e políticos , emerge o que a Polícia Federal, depois de 2 anos de investigações, trata como organização criminosa comandada por dois grupos distintos e dois "capos" - expressão da própria PF - que atuariam em consórcio, Daniel Valente Dantas e Naji Robert Nahas.Dois anos de investigação, diga-se, em sua última etapa. A rigor, Satiagraha, a operação desta terça-feira 8 de julho, é filha da Operação Chacal, que em 2004 investigou e indiciou Dantas e os seus por espionagem. Com ele foi flagrada, então, a multinacional de investigações Kroll.A base para a investigação final, iniciada há pouco mais de um ano, é o "mensalão". Numa Vara Criminal Federal em São Paulo corre o processo que investiga o esquema Marcos Valério. Dali, a PF saltou para dentro do Opportunity.Constatou o delegado Protógenes Queiroz que Daniel Dantas utiliza sua inteligência para "praticar o mal". E, entende o policial, prejudica o Brasil e uma "legião" de investidores.Logo mais, novos capítulos. Terra Magazine

Morgan Stanley vai investir em usina de álcool no Brasil

O grupo Morgan Stanley vai investir em um usina de álcool no Brasil e definirá até o fim do ano seu parceiro nesse novo empreendimento. O interesse de um dos três maiores bancos de investimento dos EUA no etanol brasileiro começou em setembro do ano passado, quando a divisão de commodities do grupo deu início no país à exportação do combustível.Embora seja um negócio relativamente novo para a companhia, as exportações de etanol contratadas pela área de commodities do Morgan Stanley para 2008 deverão somar de 10% a 15% do total embarcado no país. A Unica (União das Indústrias de Cana-de-Açúcar) estima exportações totais de até 5 bilhões de litros para a safra 2008/09. "O Morgan Stanley tem interesse em álcool à base de cana", disse ao Valor Irineu Meira, vice-presidente da divisão de commodities no Brasil e coordenador de energia, que inclui petróleo e derivados, braço controlado pelo Morgan Capital Group, que será responsável pelos investimentos em usinas no Brasil. Nos Estados Unidos, o grupo teve participação em uma usina de etanol à base de milho, mas se desfez do negócio para concentrar forças do álcool de cana.Os investimentos do Morgan Stanley serão definidos nos próximos meses e não deverão ficar restritos a apenas uma unidade industrial. Neste primeiro momento, contudo, o grupo analisa uma participação em torno de 40% nessa primeira planta.O que é certo é que essa primeira usina deverá ser próxima de um porto, de preferência o de Santos (SP). "A localização geográfica é muito importante por causa da logística de escoamento da produção até o porto", disse Meira, um dos três executivos contratados pelo grupo para tocar os negócios de etanol. Os outros dois executivos também já foram contratados e atuam em Nova York e em Londres.No país, a divisão de commodities do grupo começou a negociar álcool a partir de setembro de 2007. Meira trabalhava na Noble Group, empresa de capital asiático que fez sua estréia na produção de álcool no país no ano passado. Ele foi chamado pelo Morgan Stanley para dar impulso aos negócios de etanol no país.O Brasil já abastece mais de 50% do volume global de etanol negociado pelo Morgan Stanley, segundo Irineu Meira. O grupo tem empresas próprias de formulação de gasolina nos EUA e na Europa. Metade do volume exportado pelo Morgan Stanley é consumido pelas empresas do próprio grupo e o restante no mercado internacional.Com tradição em commodities, essa divisão do Morgan Stanley opera desde o início dos anos 80 e emprega cerca de 370 pessoas no país, EUA, Canadá, Reino Unido, Rússia, China, Japão e Cingapura. "Operamos com todas as commodities, inclusive agrícolas, mas nossa atuação consiste, sobretudo, em hedge [fixação de preços]. Somente em álcool há movimentação física", afirmou o executivo.Nos Estados Unidos, o Morgan Stanley tem terminais com áreas de armazenagem, docas para petroleiros, estrutura para formulação de gasolina e uma distribuidora, a Transmontaigne, adquirida em 2006 e com capacidade para armazenar 21 milhões de barris em 49 terminais. Essas empresas são controladas 100% pelo Morgan Capital Group.Segundo Meira, parte do etanol exportado pelo grupo a partir do Brasil é enviado para Transmontaigne, que trabalha na formulação da gasolina que será distribuída para os postos de combustíveis americanos. Essa gasolina formulada tem uma mistura de cerca de 10% de álcool anidro brasileiro. O Morgan Stanley formula aproximadamente 20 bilhões de litros de gasolina por ano.Na Europa, o álcool anidro do país chega pelo porto de Roterdã, na Holanda, e também é adicionado à gasolina antes de ser distribuído aos postos de combustíveis. Meira afirmou que o grupo também tem interesse em fazer o mesmo no mercado asiático, sobretudo Japão e Cingapura.O interesse estrangeiro no setor sucroalcooleiro do país não é novo e reflete o potencial de demanda por etanol no mercado internacional. Grupos ligados ao mercado financeiro também passaram a olhar o segmento como forma de investimento. O primeiro foi o banco americano Goldman Sachs , que por meio de um fundo, negociou participação minoritária no grupo Santelisa Vale, de Sertãozinho (SP), em 2007.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Terça-feira, 17 de Junho de 2008



SÉRIE ROUBALHEIRA TUCANO NO RS:


Escândalo no RS: Esquema teria desviado

R$ 18 milhões do Banrisul


Um relatório preliminar do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Rio Grande do Sul aponta irregularidades como "omissão de receita" de cerca de R$ 18 milhões em contratos do Banrisul com a Faurgs (Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul) para desenvolver projetos de modernização tecnológica, informa nesta terça-feira (17) do jornal Folha de S.Paulo. O suposto desvio de dinheiro faria parte do esquema que envolve o governo tucano de Yeda Crusius no Rio Grande do Sul e que tem reflexo também em outras estatais. O Detran local, por exemplo, teria sido usado para um desvio de R$ 44 milhões. Segundo a reportagem desta terça, a Faurgs apresentou em seus demonstrativos contábeis receita de R$ 6,2 milhões no exercício de 2006. No entanto, naquele ano, recebeu só do contrato com o Banrisul R$ 24,2 milhões.
O Tribunal considerou irregular também o fato de a fundação, contratada sem licitação, subcontratar empresas para desenvolver os projetos. A inspeção no Banrisul teria sido feita com base em dossiê com denúncias encaminhado pelo vice-governador do Estado, Paulo Afonso Feijó (DEM), no fim de 2007 ao TCE e ao Ministério Público Estadual. O banco é presidido por Fernando Lemos (PMDB) desde o primeiro ano do governo Germano Rigotto (2002-2006). Ele foi mantido no cargo pela tucana Yeda. Os presidentes do Banrisul, Fernando Lemos, e da Faurgs, Nilton Paim, contestaram o relatório do TCE e disseram que o documento é inicial, não apontando improbidade. O Banrisul confirmou o repasse de R$ 24,2 milhões em 2006 e disse que os produtos e serviços contratados foram entregues, prestados ou estão em produção, e disse não entender como ilegal a contratação da Faurgs e que a falta de licitação foi uma forma para não divulgar estratégias sigilosas. Fonte: PT.